Ao deixa o cargo de presidente de Ipasgo, Silvio Fernandes, avaliou que o momento é delicado no instituto, em meio a pandemia do novo coronavírus. Ele descreveu uma série de avanços na gestão, mas diz que a força de trabalho empregada nos processos do órgão sofreu drástica redução, após o afastamento da GT1 Gestão e Tecnologia – empresa investigada por fraudes e desvios pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) no ano passado.

“Perdemos 75% da nossa força que era composta por terceirizados. Depois, com a chegada da pandemia, perdemos mais 10% ou 15%”. Além disso, segundo ele, o plano de contingência já está no limite.

Sílvio Fernandes afirma que está em execução novo processo seletivo para substituir o contrato da empresa que foi alvo de investigação de fraudes e desvios. “Assim como todos os goianos, esperamos que essas investigações sejam concluídas e todos os fatos sejam elucidados pelos órgãos competentes”.

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